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20 CANÇÕES PARA ZECA AFONSO                SAB. 24.04.2010

                                      NO CCVF

A REPORTAGEM AQUI
FOTOGRAFIAS : NELSON MARTINS
TEXTO : RICARDO COSTA
TINDERSTICKS

CONCERTO NO CCVF, EM GUIMARÃES


 REPORTAGEM AQUI
FOTOGRAFIAS : I A C

THE WEATHERMAN no CCVF


REPORTAGEM


THE WEATHERMAN
no CCVF, em Guimarães


Um bom concerto, para um grande público, numa sala com cada vez maior qualidade musical.

A Reportagem ,AQUI

FOTOGRAFIAS : HUGO SOUSA

SEAN RILEY, OLD JERUSALEM

SEAN RILEY e OLD JERUSALEM


O Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, iniciou aquele que, se antevê como um mês de Janeiro de enorme qualidade musical, com dois concertos de duas bandas com duas sonoridades distintas, e um denominador comum: o talento.
SEAN RILEY AND THE SLOWRIDERS e OLD JERUSALEM actuaram no Café Concerto do CCVF, na sexta-feira e sábado, respectivamente.


TODA A REPORTAGEM, AQUI

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Centro Cultural Vila Flor

INTENSA PROGRAMAÇÃO PARA O CCVF, EM MARÇO


Em Março, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, vai ser palco de uma programação intensa, da música ao teatro, passando pela dança, pelo cinema, pelas artes plásticas até às oficinas para os mais pequenos.



O Café Concerto continuará a ser, aos fins-de-semana, uma das grandes salas de divulgação dos mais recentes e importantes projectos musicais do panorama nacional.
É, um espaço onde a IMAGEM DO SOM tem estado, durante este ano de 2010, com frequência: nos concertos de Sean Riley, Old Jerusalem, The Wheterman, Maria Anadon, Diabo na Cruz e Bunnyranch.
Este mês passam pelo palco,  Margarida Pinto (dia 5), La La La Ressonance (dia 6), Paco Hunter (dia 12), Tigrala (dia 13), Long Way to Alaska (dia 26) e At Freddy’s House (dia 27).



No Grande Auditório do CCVF - onde, este ano já estivemos em reportagem com Tom Zé e Tindersticks - vão estar os Beach House, no dia 18 de Março, e Stacey Kent, no dia 28.

Mas o Grande Auditório  sobe à cena  “As Lágrimas de Saladino”, um espectáculo de grande dimensão que inclui 7 intérpretes, 4 músicos e uma banda filarmónica com cerca de 45 elementos e “O Ano do Pensamento Mágico”, no dia 27, um monólogo magistralmente interpretado por uma das maiores actrizes portuguesas, Eunice Muñoz.


Em cena estará também, no Pequeno Auditório, a última produção do Teatro Oficina.



Março é ainda marcado pela nova edição d’ Os Dias a Crescer, nos dias 20 e 21. Uma vez mais, o Centro Cultural Vila Flor abre as suas portas neste evento, com visitas guiadas, com oficinas e espectáculos para todas as idades, com um jardim para redescobrir, e com muita música para ouvir, tocar e dançar.








TOM ZÉ no CCVF

TOM ZÉ em concerto no CCVF

O fantástico músico brasileiro, TOM ZÉ, está em digressão por Portugal.

Tivemos o privilégio de assistir a um dos concdrtos, o realizado no sábado, dia 23, no Centr Cultural Vila Flor, em Guimarães.

TOM ZÉ é considerado uma das figuras mais originais da música popular brasileira, tendo participado ativamente do movimento musical conhecido como Tropicália nos anos 1960 e se tornado uma voz alternativa influente no cenário musical do Brasil. A partir da década de 1990 também passou a gozar de notoriedade internacional, especialmente devido à intervenção do músico britânico David Byrne.

Em 1998, «Com defeito de fabricação» foi considerado um dos 10 melhores discos do ano pelo jornal The New York Times. A revista Rolling Stone atribuiu-lhe 4 estrelas e considerou Tom Zé de «Father of Invention» («Pai da Invenção»), aludindo a Frank Zappa e ao seu grupo musical The Mothers of Invention.

No concerto de Guimarães, o cantor, desfilou os seus grandes exitos, cativando fácilmente a plateia, esgotada, da sala de espectáculos minhota.

Uma noite inesquecivel.

























BUNNYRANCH


BUNNYRANCH – A CERTEZA DA MÚSICA




AO VIVO NO CCVF
26 FEVEREIRO 2010


Como outros produtos, o Rock servido no seu estado mais puro, tende a provocar maior mossa, caso não seja consumido cautelosa e prudentemente. É assim que se deve usar o som desta banda que ao segundo registo nos apresenta If You Missed the Train… o que, no caso, não convém.



Porque perdê-lo, é deixar escapar uma viagem que pode resultar vibrátil, pelos sons lançados por Carlos Mendes, na voz, bateria e percussão, Pedro Calhau no baixo, João Cardoso no piano, órgão e voz e Augusto Cardoso na guitarra.



Os quatro músicos fizeram-se acompanhar de Boz Boorer que produziu o trabalho e participou com guitarra acústica, precursão e saxofone.



Na sexta feira, dia 26 de Fevereiro os BUNNYRANCH estrearam ao vivo “If You Missed The Train”, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.


Uma sala bem composta recebeu o grupo com um entusiasmo que foi crescendo ao longo do concerto que, abriu com Go Away, Keep Away, a faixa 6 do cd.


“I Can´t Set Myself Free”, “Where I’m I, Where Are You” e “Free To Shake, Free To Brake”, foram os restantes temas do último trabalho que passaram pelo palco do CCVF.



A IMAGEM DO SOM esteve á conversa com os quatro elementos da banda, que assume como lema, a luta. Lutar por uma carreira, por um lugar de ainda maior relevo no panorama musical português e pela conquista além fronteiras.



Para PEDRO CALHAU, é mais importante o percurso que o destino. E, se este, pretendem bonito, o caminho passa, por agora, pelas salas de Portugal. Tudo o resto é luta. Luta para se imporem no estrangeiro, nomeadamente na América, onde a banda tem já tradição. “O nosso primeiro álbum, foi editado nos Estados Unidos, agora há uns meses atrás, por uma editora americana, o que é já um primeiro passo no percurso. Isso já é qualquer coisa. Mas, para que uma banda rock se consiga impor no outro lado do Atlântico, é preciso estar lá há muito tempo a tocar, passar por muitos sítios, até que se tenha alguma visibilidade.”


“Quando lá estivemos, da primeira vez, tocámos com uma banda – não me recorda agora o nome deles, é uma banda de Washington – e este ano, vi os tipos no programa do Conan O’Brian, portanto, passaram-se dois anos entre essa fase de tocar nos bares, até estarem agora com esta visibilidade. Devem nunca ter parado. A ideia que dá, é que é um mercado imenso e que é preciso rolar até se conseguir qualquer coisa”.


Já quanto ao mercado português, os Bunnyranch “querem sempre estar mais longe do que os outros estão. Queremos sempre ir mais além. Mas, sinceramente, não sei como está o mercado português; os discos que eu vejo nas lojas, não me interessam minimamente”, acrescenta o baixista.


Os BUNNYRANCH são uma banda que canta exclusivamente em inglês, o que talvez dificulte um pouco a entrada no nosso mercado. “Principalmente a partir de agora, há maior aposta nas bandas que cantam em português. Há todo um trabalho desenvolvido nessa área, quer de artistas, quer em termos de agenciamento, que revela maior aposta na musica feita na nossa língua, entende CARLOS MENDES.


Aliás, como refere JOÃO CARDOSO, “essa tendência vem-se revelando desde a aprovação da legislação sobre a quota da música portuguesa nas rádios. Nessa altura, as editoras viraram logo o ponteiro para o que é cantado em português”.


Mas os BUNNYRANCH apostam em cantar em inglês, tanto mais que as suas principais influências vêm da música americana. “A nossa música é relacionada com referências anglo saxónicas”, refere o vocalista da banda; “eu gosto particularmente da música que por lá se faz; passei lá grande parte da minha carreira, gostei… acho que cresci um bocado; claro que é um crescimento que se revela a médio/longo prazo, mas ainda fiz lá cinco ou seis tournées. É uma escola muito grande. Tal como Inglaterra. Nós gravamos com uma pessoa que é inglesa e que tem um historial muito grande, gigante (Boz Boorer – ndr.)… pensando bem, as maiores referências dele são todas americanas”.


O grupo vem de Coimbra, uma cidade que tem dado, nos últimos tempos, algumas revelações em termos de bandas. Para AUGUSTO CARDOSO, por sinal residente em Santa Maria da Feira, “ há uma série de pessoas oriundas de Coimbra, que tem uma, ou várias matrizes comuns. É natural que se sinta essa presença nos diferentes projectos; agora se o som dos Bunnyranch apresenta uma sonoridade mais rock que os restantes, não iria por aí. Claro que temos uma identidade diferente de qualquer um dos outros projectos que nasceram em Coimbra”, faz questão de afirmar o guitarrista, enquanto CARLOS MENDES, discorda daquilo a que se tenta chamar hoje de “corrente Rock de Coimbra”, “para mim não existe; há vários projectos, vários grupos, mas não se lhe pode chamar corrente ou escola de Coimbra.



Acorrentados ou não, certo é que os BUNNYRANCH nos trazem um Rock que, como dissemos no inicio, deve ser consumido pausadamente. Mas que, não apresenta contra indicações, nem precauções especiais em caso de sobre dosagem.


“If You Missed The Train” recomenda-se; e os concertos da banda também.



REPORTAGEM : I A C


AGRADECIMENTOS

CENTRO CULTURAL VILA FLOR

SEAN RILEY AND THE SLOWRIDERS, OLD JERUSALEM




O Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, iniciou aquele que, se antevê como um mês de Janeirpo de enorme qualidade musical, com dois concertos de duas bandas com duas sonoridades distintas, e um denominador comum: o talento.


SEAN RILEY AND THE SLOWRIDERS e OLD JERUSALEM actuaram no Café Concerto do CCVF, na sexta-feira e sábado, respectivamente.

Dois excelentes concertos, a abrir o apetite para a programação que aí vem :  THE WETHERMAN, :PAPERCUTZ, MARIA ANADON, todos no Café Concerto. Para a sala principal, o Centor Cultural Vila Flor, reserva, ainda durante o corrente mês, um cartaz com nomes como BUIKA, TOM ZÉ e SO SOLO.
Imperdivel...

Ficam as imagens de SEAN RILEY AND THE SLOWRIDERS  e OLD JERUSALEM.








OLD JERUSALEM




























AGRADECIMENTOS : CCVF

"20 Canções para Zeca Afonso" no CCVF

"20 Canções para Zeca Afonso" 24 de Abril no CCVF, Guimarães


No passado Sábado, véspera da 36ª comemoração do momento mais importante do sec.XX em Portugal, e talvez de toda a sua história, foi tempo de reviver em jeito de homenagem, algumas das obras do maior ícone musical dessa época, e que por várias razões se confunde com o próprio acontecimento, incluindo a fase anterior e posterior á vitoriosa e libertadora data: 25 de Abril.


O Centro Cultural Vila Flor recebeu "20 Canções para Zeca Afonso", onde desfilaram muitos dos temas clássicos do nosso “Zeca”, com direito a nova roupagem, com arranjos de timbre jazzistico, tal como "O que faz falta", "Os Vampiros” e "Maio, Maduro Maio", etc… temas que fazem parte da nossa consciência colectiva e identidade nacional diria mesmo.

Nas vozes de Alexandra Ávila e João David Almeida, Rafael Fraga na sua guitarra, Augusto Macedo no baixo, Bruno Pedroso nas percussões, Jorge Reis no saxofone e João Paulo Esteves no piano, sem esquecer o Quarteto de cordas "Tempus" (Violino: Otto Pereira e António Jorge Nogueira; Viola: SandraRaposo; Violoncelo: Carlos Costa), fomos conduzidos por entre as obras de Zeca editadas entre 1962 e 1987.






N“uma alternativa original e requintada” citando parte do texto do blogue do projecto, os temas resultam tanto de um cuidado revisitar da sua raiz popular como de um manto dócil de arranjos magistrais.

















Saímos da sala com um sentimento reconfortante: a mensagem das palavras fraternas e apesar de tudo optimistas de Zeca Afonso perduram, fazendo sentido hoje como sempre ao atravessar gerações, onde a sua obra e pessoa perduram.


Texto: Ricardo Costa

Fotografia: Nelson Martins