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CLUBBING OPTIMUS                                        SÁB. 20.03.2010

BLASTEED MECHANISM + SOFA SURFERS

         A REPORTAGEM AQUI
FOTOGRAFIAS E TEXTO : HUGO SOUSA

GIL SCOTT HERON Clubbing Casa da Música

Gil Scott-Heron nascido a 1 de Abril de 1949 em Chicago, Estados Unidos, um dos mais importantes poetas de rua, cujas rimas e atitude influencio alguns dos maiores rapers da actualidade, principalmente conhecido no final da década de 1960 e princípio dos anos 1970 pelas suas rimas e sonoridades que vagueia entre o Jazz, Funk, Soul e ritmos latinos.

Há 16 anos sem editar nada Heron o “Bob Dylan” negro com alguns lhe chamam lança "I´m New Here", e veio a Sala 2 da Casa da Musica mostrar aqueles que dizem que ele desapareceu que tal não é verdade, até porque como diz o mesmo ainda hoje esta para perceber como é que conseguiu desaparecer... A verdade é que Heron estala ali no palco da casa da musica, um pouco baixo para um concerto, em que Heron se apresentou ao piano durante quase todo o concerto o que dificultou a vista a quem estava mais recuado na sala.

Durante pouco mais de uma hora assistiu-se e sentiu-se a alma do Soul e Blues na sala num concerto em que Heron dispensou os baixos, a bateria, e limitou-se as teclas, harmónica e percussão que ficaram a mercê de Glenn Turner e Tony Duncanson.

Neste concerto Heron começou sozinho com algumas piadas sobre o que falam dele e sobre os vulcões com nomes esquisitos...

Depois sentou-se ao seu Rhodes e levou-nos a recordar alguns temas como "Blue Collar" "Winter in America" "We almost lost Detroit".

Depois do passeio entrou a sua banda e Heron brindou-nos com as suas letras e canções que em grande parte apelam a paz no mundo, e alguns temas do novo álbum "I'll Take Care of You" foi um deles.

Podemos ainda assistir a um solo de percussão por parte de Tony Duncanson que contou com a interacção do público, tal como já tinha acontecido em algumas músicas do concerto, para o final ficou "The Bottle" e para o encore ouvimos "Better Days Ahead".

Devido a restrições por parte da Casa da Música não nos foi permitido fazer a reportagem fotográfica.

DICK DALE

DICK DALE
Clubbing Optimus

CASA DA MÚSICA, PORTO
10 ABRIL 2010



Dick Dale é uma lenda, e por várias razões.



Para alegria dos rockabillies que se deslocaram no passado dia 10 a mais um Optimus Clubbing na Casa da Musica, o rei do “surf guitar” deu um concerto onde provou sem sombra de duvida que está aí paras as curvas, nem que para o surf já não seja bem o caso.

Mudou a forma de construir amplificadores para sempre. Só esse feito é de louvar. Alguns até o chamam de avô do Heavy Metal, devido ao tonalidade grave e velocidade que o tornou conhecido. Ah, e á sua paixão por tocar forte e bem alto!

A sua guitarra foi baptizada “The Beast” devido ao calibre das cordas ter obrigado a reforçar o braço, assim como o seu Dual-Showman, criados especialmente para ele nada mais nada menos que pelo próprio Leo Fender.

Este homem deu aulas a Jimmi Hendrix, que o homenageou em Third Stone From The Sun; venceu um cancro supostamente mortal decorriam os anos 60 e mais recentemente a sua versão do tema Misirlou (é uma música grega, composta em 1927 por Michalis Patrinos) deu som ao filme de culto Pulp Fiction, ajudando em boa parte ao seu sucesso, sendo o hino dos mais devotos da obra de Tarantino. Sem falar no uso de samples desse tema pelo grupo Black Eyed Peas na música Pump It, sendo o sucesso que todos conhecem.

Durante uma hora e meia tocou como um doido, o homem estava sempre bem disposto e a cativar o publico com brincadeiras e a pedir para cantarem.

Para alem da demonstração de guitarrista lendário, ainda teve tempo para harmonica, bateria e clarinete, conseguindo levar a assistencia ao rubro, e ainda se deu ao luxo de tocar baixo com baquetas!

Lendas como este senhor, não restam muitos…





TEXTO E FOTOGRAFIAS : PEDRO PINHO

AGGRADECIMENTOS :
CASA DA MÚSICA


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CLUBBING OPTIMUS

CLUBBING OPTIMUS na CASA DA MÚSICA



Os austríacos Makossa & Megablast a oferecerem a sua mistura patenteada de electrónica e dub.




























Asviagens cósmicas de Hans-Peter Lindstrom.






















Finalmente, quando a noite ía avançada, Spank Rock, ídolo da cena mais indie do hip-hop, tanto à vontade em contextos mais electro, como em poses mais old school.

























CLUBBING OPTIMUS, SOFA SURFERS, BLASTEED MECHANISM

CLUBBING OPTIMUS MARÇO 2010

BLASTEED MECHANISM
SOFA SURFERS
CASA DA MÚSIOCA, PORTO
20 MARÇO 2010




Foi mais uma noite que veio confirmar a aposta ganha deste projecto chamado ClubbingOptimus, que desta vez nos brindou com dois concertos magníficos.

No incido da noite embarcamos numa odisseia no espaço com Blasted Mechanism, na sua típica forma de verdadeiros aliens que conquistaram a sala 2 da Casa da Musica, iniciando esta odisseia com Blast Your Mind.



Logo se percebeu que este ia ser um concerto poderoso e energético pois os “Aliens” loucos em fúria decididos a conquistar os humanos presentes que já começavam com ataques de loucura aos saltos e com sinais de adoração a esta banda que na sua forma única e som acompanhado sempre por percussões endiabradas, e uma presença em palco cheia de força e sempre em interacção com o publico, durante a odisseia fomos assistindo a temas como “Grab a Song” “Are you Ready” “Under the Sun” e “Nadabrovitch” a fechar o concerto com o publico todo em êxtase.

Para o encore tivemos “Source of light”, e de seguida “Sun Goes Down” provavelmente um dos temas que todos estavam a espera, tendo em conta o coro que se criou em torno desta música, para acabar ficaram “Mind at Large” e “Atom”.






Sem duvida um grande concerto, tendo em conta os comentários de quem ia saindo da sala para um cigarro e um copo rápido antes de Sofa Surfers subirem ao palco para o segundo concerto da noite.

SOFA SURFERS


Para segundo concerto o Clubbing Optimus presenteou-nos com a banda Austríaca Sofa Surfers, que com lotação esgotava vieram apresentar o seu novo álbum levando o publico numa viagem entre o trip-hop, o dub, o hip-hop, com saltos entre épocas presenteando-nos com músicas mais antigas e algumas sessões de fortes guitarradas e baixos estrondosos.





Com uma postura em palco sempre muito activa Mani Obeya, foi liderando o concerto e interagindo com o publico, lembrando-se da ultima vez que esteve em Portugal há 3 anos e afirmando que teria sido um dos seus concertos preferidos.








REPORTAGEM DE HUGO SOUSA

AGRADECIMENTOS

CASA DA MÚSICA